sábado, 24 de maio de 2008

O que são os crânios de cristal?

Os crânios de cristal são artefatos feitos de quartzo representando crânios humanos, supostamente pertencentes à região sul-americana e ao período pré-colombiano. Porém, estudos modernos sustentam que eles foram, na verdade, produzidos na Europa do século XIX. O detalhe é que eles costumam sempre ser encontrados por pessoas comuns (nunca por arqueólogos) e sem nenhuma procedência confiável. Uma suposta prova de que eles seriam objetos mágicos é a sua confecção, já que seria difícil entender como eles podem ter sido esculpidos. Vem então a teoria de que foram feitos por "deuses", ou algo assim. Mas os mesmos estudos científicos atuais mostram que eles foram esmerilhados, o que explica a até então incrível característica de que as esculturas não seguiam o eixo natural do cristal. Outro problema é o seguinte: se esses crânios faziam parte da cultura dos povos mesoamericanos e tinham tanta importância mística, por que eles não aparecem nas mitologias e na tradição espiritual de nenhum deles?
Muitos grupos da Nova Era costumam apontar os crânios como possuindo o dom de prever o futuro, através de imagens holográficas contidas em seu interior. Novamente os estudos feitos não encontraram nada de absurdo, além é claro, de algo bem conhecido dos cientistas: a refração. Aponte um facho de luz na direção de um caco de vidro, e veremos várias imagens e cores diferentes se formando a cada posição. Tenha isso tudo em mente ao assistir ao filme de Indiana Jones, que com certeza trará essas simpáticas caveirinhas cintilantes à moda novamente.

Por que o suco gástrico não ataca o próprio estômago?

Se o suco gástrico dissolve os alimentos com tanta ferocidade, como pode a parede interna do estômago ficar protegida desse agente agressor? A explicação é que existe uma grossa camada de muco, produzido pelo próprio estômago que o protege do ácido. Protege em termos, pois ela é constantemente atacada e destruída por ele, mas em compensação está sempre se regenerando. Estima-se que nossa superfície estomacal seja totalmente reconstituída a cada três dias.
Se tudo correr bem, esse contínuo processo de destruição e reconstrução da camada protege o estômago. Até que algo destrua esse equilíbrio. A quebra desse equilíbrio chama-se ÚLCERA. Chegou-se ao consenso de que a úlcera é uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Como evitar erros bobos de Matemática


Cometer erros estúpidos em provas de matemática é algo muito comum. A maioria de nós já teve esse problema, mas alguns tem mais dificuldades do que outros. Se você acha que é péssimo em matemática, exatamente por não conseguir um jeito de evitar esses erros, tente seguir as dicas abaixo:

1 - Escreva de forma LEGÍVEL! Isso soa meio óbvio, mas a maioria dos tais erros bobos resultam do fato das pessoas não conseguirem entender o que elas mesmas escreveram. Por exemplo, um 9 que acaba parecendo um 7,um 4 que parece um 9. Um 6 que parece um zero.

2 - Tente fazer uma estimativa de quanto deve dar a sua resposta. Se você está resolvendo um problema que contém decimais, isto é muito importante. Por exemplo, se você quer calcular quanto é 2,2 x 2,3, arredonde os dois para baixo e pense no problema como sendo 2 x 2. Então a resposta deve ser algo muito próximo e acima de 4. Se sua resposta foi 50,6, fica claro que algo está bastante errado. Logo, você deve verificar as casas decimais. Já se sua resposta foi 5,06, então é bem perto de 4. Se você não cometeu erros nas operações fundamentais, essa deve ser a resposta correta.

3 - Use folhas com linhas, ao invés das brancas. Muitos erros resultam da má colocação dos números em colunas erradas. Esse tipo de cuidado é especialmente importante em divisões longas.

4 - Fale consigo mesmo, dentro de sua cabeça. Isso parece meio estranho, mas pode ajudar muito. A idéia é tentar simular que você está conversando com outra pessoa e ouvindo a resolução do problema.

5 - Cuidado com os sinais. Muitos estudantes fazem a adição quando na verdade deveriam estar subtraindo e vice-versa, apenas porque não tiveram a devida atenção. Se esse erro é cometido no início ou no meio de um problema, o resultado tenderá a ser tão extravagante que você pode até se desanimar de refazer tudo.

6 - Releia o enunciado das questões depois de você já tê-las resolvido. A sua resposta realmente é a que foi pedida? Às vezes o problema é composto de 2 ou 3 passos e você achou uma resposta final, mas que na verdade satisfazia apenas o 2º passo. Por exemplo: uma loja está dando 10% de desconto em todos os itens e um item custa R$9,95. Quanto você pagará nele? Se você simplesmente calcular quanto é 10% de 9,95 e escrever que a resposta é R$0,99, sua resposta estará errada. Você ainda tinha que subtrair 0,99 de 9,95 para obter a resposta exata de R$8,96. Se você relesse a questão, teria percebido que o valor de R$0,99 seria baixo demais e estaria fora da realidade (isso lembra o que foi dito no passo 2 deste guia).

7 - Quando tiver tempo, tente fazer a "prova real" de toda adição ou subtração.

Veja que as dicas parecem óbvias, mas grande parte dos estudantes costumam negligenciá-las, por pressa ou pura distração.